Andava agora, numa destas muitas noites quentes de Agosto, a pôr-me a par de alguma actualidade nacional quando leio uma notícia que dá conta de uma brutal agressão ao (ainda) jogador do F.C. Porto, Adriano - à direita, na imagem. Bom, à partida, além do facto de agressões a jogadores profissionais de futebol não serem assim tão comuns quanto isso, parece não haver assim mais nada de especial, que salte à vista. Contudo, vamos a factos curiosos:

- O jogador recusou sempre transferir-se do Porto para qualquer outro clube, sendo mesmo sujeito a treinar-se sozinho, afastado do restante plantel
- Recentemente proferiu afirmações curiosas, do estilo, "quando eu abrir a boca, saiam da frente" - qualquer coisa mais ou menos "ameaçadora", dentro deste registo
- O jogador foi brutalmente agredido em todo o corpo excepto... nas pernas - ao fim ao cabo, o seu instrumento de trabalho
Sem querer acusar ninguém de nada, acho tudo isto, no mínimo, muito caricato. É verdade que a agressão pode ter sido fortuita - como tantas outras que se registam diariamente - mas, e isto é algo que não me espanta nada, e se isto é alguma "espécie de retaliação" pelo facto do jogador recusar sair? Dá que pensar, não dá?
O mais ridículo no meio disto tudo (e além desta agressão vou englobar aqui toda a selvajaria praticada por várias claques) é que o desporto, supostamente, faz bem à saúde. O desporto, através da sua vertente em equipa, é um modelo de aproximação das pessoas. Não é o que muitas vezes se vê: afastamento devido a "clubite" aguda (ou mesmo crónica) que redunda não bastas vezes em cenas de pugilato e, no caso menos grave, ofensas verbais. Enfim...

- O jogador recusou sempre transferir-se do Porto para qualquer outro clube, sendo mesmo sujeito a treinar-se sozinho, afastado do restante plantel
- Recentemente proferiu afirmações curiosas, do estilo, "quando eu abrir a boca, saiam da frente" - qualquer coisa mais ou menos "ameaçadora", dentro deste registo
- O jogador foi brutalmente agredido em todo o corpo excepto... nas pernas - ao fim ao cabo, o seu instrumento de trabalho
Sem querer acusar ninguém de nada, acho tudo isto, no mínimo, muito caricato. É verdade que a agressão pode ter sido fortuita - como tantas outras que se registam diariamente - mas, e isto é algo que não me espanta nada, e se isto é alguma "espécie de retaliação" pelo facto do jogador recusar sair? Dá que pensar, não dá?
O mais ridículo no meio disto tudo (e além desta agressão vou englobar aqui toda a selvajaria praticada por várias claques) é que o desporto, supostamente, faz bem à saúde. O desporto, através da sua vertente em equipa, é um modelo de aproximação das pessoas. Não é o que muitas vezes se vê: afastamento devido a "clubite" aguda (ou mesmo crónica) que redunda não bastas vezes em cenas de pugilato e, no caso menos grave, ofensas verbais. Enfim...
1 comentários:
Não há coincidências...tal qual diria Margarida Rebelo Pinto.
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